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Não teremos eletricidade suficiente para computadores a partir de 2040

 

Segundo relatou a Semiconductor Industry Association (SIA, ou em português: Associação da Industria de Semicondutores), o planeta Terra pode não conseguir produzir energia elétrica suficiente para alimentar todos os dispositivos computacionais existentes a partir de 2040. A notícia soa como algo apocalíptico demais, mas o estudo realizado pela organização mostrou que não haverá eletricidade para suprir tantos computadores, caso a tendência de aumento no número dos aparelhos e de geração de energia continuam como estão hoje.

Conforme foi apurado pela SIA na pesquisa chamada “International Technology Roadmap for Semiconductors 2.0” (algo como Mapa para a Tecnologia Internacional de Semicondutores 2.0), já utilizamos uma fatia imensa da produção mundial de eletricidade em computadores pessoais e, mais ainda, servidores que compõe o que chamamos de internet, entre outros dispositivos com funções diversas.

Caminhando para o futuro

 

O que o estudo apurou é que, caso o aumento no número de computadores continue como hoje e seja acompanhado pelo mesmo crescimento na geração de energia elétrica, o ano de 2040 vai marcar o ponto exato em que não seremos mais capazes de alimentar energeticamente tantas máquinas e dispositivos eletrônicos.

E qual é a solução da SIA para esse problema: a adoção de novas formas de produção de eletricidade, entre elas as usinas nucleares, especialmente utilizando a tecnologia de fusão nuclear, ainda não dominada de maneira segura e limpa pela ciência. Geralmente, utiliza-se a fissão nuclear nesse tipo de usina, da mesma forma que em bombas atômicas. O processo de fusão, no entanto, assemelha-se ao das bombas de hidrogênio e é muito mais poderoso.

Ainda não existe uma resposta satisfatória sobre o que deverá ser feito caso esse prenúncio se torne real. De qualquer forma, cientistas já estão correndo para dominar a fusão nuclear. Talvez se dependêssemos menos dos robustos computadores espalhados por aí, essa situação não seria tão alarmante quanto parece.

 

Fonte: TecMundo

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